ABAG/RP, Usinas e Produtores Rurais iniciam Campanha de Conscientização, Prevenção e Combate aos Incêndios no Campovoltar

Publicado em : 13/07/2017
ABAG/RP, Usinas e Produtores Rurais iniciam Campanha de Conscientização, Prevenção e Combate aos Incêndios no Campo

Com o início do período de estiagem, a ABAG/RP, Usinas e Produtores Rurais colocam nas ruas, a partir da 2º quinzena de julho de 2017, a Campanha Institucional de Conscientização, Prevenção e Combate aos Incêndios.

Pelo terceiro ano consecutivo, o setor produtivo une forças para ampliar o alcance da Campanha. O objetivo é esclarecer que, de forma semelhante ao que acontece nas cidades, os incêndios no campo também acarretam sérios prejuízos. A continuidade do trabalho é importante para alcançar o maior número possível de pessoas com informações sobre como evitar a ocorrência e a propagação de incêndios. Ações impensadas, negligentes ou intencionais podem colocar vidas em risco, além de comprometer a atividade econômica, urbana ou rural, sempre com consequências para a sociedade e para o meio ambiente.

A Campanha atingirá expressiva parcela das regiões produtoras de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.
Vale a ressalva de que é preciso diferenciar "queima controlada" de "incêndio". A queima controlada é uma prática permitida por lei, mas aplicável apenas em situações específicas e mediante autorização prévia, concedida pelos órgãos ambientais estaduais. Como exemplos: o uso do fogo que precede o corte manual da cana, permitido para pequenas propriedades; e para o controle sanitário na agricultura. O importante é conscientizar a população sobre os perigos do incêndio acidental ou intencional, que ao contrário da queima controlada, pode atingir áreas de preservação ambiental, cidades e plantações.

A assinatura do novo Protocolo Agroambiental, no dia 3 de julho, não alterou o calendário da eliminação da queima da cana, cuja proibição no Estado de São Paulo foi antecipada para 2014 para as áreas mecanizáveis, e para 2017 nas áreas com inclinação superior a 12%. Essa antecipação é voluntária, visto que o prazo previsto em Lei termina apenas em 2021. O que o novo Protocolo trouxe de diferente foi a responsabilização pelos incêndios, ou seja, a partir de agora terá que ser comprovado o nexo de causalidade nas ocorrências de fogo, para posteriormente autuar os responsáveis.
Em 2017 será repetido o formato de comunicação executado nas edições anteriores: distribuição de cartilha educativa para a população, instalação de outdoors nas cidades da região, fixação de placas nas estradas, com números dos telefones das brigadas mais próximas, veiculação de comerciais de rádio e TV com alertas sobre a necessidade de prevenir a ocorrência de incêndios.


Fonte: CanaOnline
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