Diana Bioenergia realiza Dia de Campo com pesquisadores e técnicosvoltar

Publicado em : 10/10/2017
Diana Bioenergia realiza Dia de Campo com pesquisadores e técnicos

A Diana Bioenergia, em parceria com a Stab e a Apta, realizou na última quinta-feira (5), o primeiro Dia de Campo com o tema: Problemas causados por Colletotrichum falcatum (fungo que causa a podridão vermelha) em cana-de-açúcar. O evento foi realizado no Centro de Capacitação e Treinamento (CCI).

Cerca de 140 pessoas participaram do Dia de Campo. O objetivo do evento foi reunir profissionais da área que possuíssem o mesmo problema, para que juntos eles pudessem trocar experiências e buscar possíveis soluções.

De acordo com o Diretor Agrícola da Diana Bioenergia, Marcio Nono, o evento foi muito produtivo, pois em apenas um único dia, as empresas organizadoras do evento conseguiram reunir um público significativo e diverso. "Ficamos surpresos com a adesão, participaram profissionais da parte acadêmica (Esalq, IAC, UFSCAR, EMBRAPA, UNESP, CTBE/CEPEM), técnicos de usinas e produtores de cana, tivemos a participação de profissionais de todo o Brasil. Em um evento conseguimos reunir palestras técnicas (Dr Álvaro Sanguino e Enrico Arrigoni) e visita a lavoura, foi objetivo com o tema," disse ele.

O número de inscritos mostrou que o tema vem sendo cada dia mais pesquisado e que não são só as usinas no noroeste paulista que vêm sofrendo com a doença, o Colletotrichum falcatum vem se espalhando por todo o Brasil.

A Diana Bioenergia se orgulha em poder proporcionar eventos como esse, em prol de um bem comum. Com a troca de experiências e conhecimento de todos, se torna mais fácil a busca pela prevenção e combate à doença.


Tudo começou com um grupo no WhatsApp

A ideia de fazer o evento surgiu de um grupo de WhatsApp, em que o assunto era discutido praticamente todos os dias. De acordo com a pesquisadora da APTA de Piracicaba e também secretária tesoureira da Stab (Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil), Raffaela Rossetto, ninguém sabia ao certo avaliar os danos causados pela doença e nem reconhecer a mesma.

"Foi aí que o Diretor Agrícola da Diana Bioenergia, Marcio Nono, comentou no grupo que esse problema era recorrente na Diana e que estava disseminando em diversas variedades, então surgiu a ideia de visitarmos a área e trocar informações sobre a patologia", disse Raffaela.

O grupo chamado "Cana Brasil" possui 250 pessoas, o limite máximo que um grupo pode suportar e toda a divulgação foi feita através do aplicativo.


Fonte: Assessoria de Imprensa Diana Bioenergia
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