Os Quatro Pilares da Fermentação Inovativavoltar

Publicado em : 17/03/2017
Os Quatro Pilares da Fermentação Inovativa
Teresa Cristina, diretora da MICROSERVBIO e a microbiologista Merivânia

O setor sucroenergético perde uma enorme quantidade de açúcar que poderia ser convertido em etanol

De forma sucinta, inovação é a exploração com sucesso de novas ideias. E sucesso para as empresas, por exemplo, significa aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros benefícios.

Trata de mudanças no processo de produção do produto ou serviço. Não gera necessariamente impacto no produto final, mas produz benefícios no processo de produção, geralmente com aumentos de produtividade e redução de custos.
Após os estudos de vários fatores e condições que podem interferir na fermentação alcoólica, é sabido que muita tecnologia vem sendo pesquisada e desenvolvida. Nota-se também que existe uma carência em inovação dentro dos processos que rodeiam o assunto fermentação alcoólica. Com isso, o setor sucroenergético perde uma enorme quantidade de açúcar, a qual poderia ser convertida em etanol, atendendo melhor o mercado energético que necessita de materiais sustentáveis. E também, ganhos para todo o segmento, uma vez que maior produção dilui custos, além gerar maior volume para comercialização.

Segundo Teresa Cristina, diretora da MICROSERVBIO, a fermentação precisa de inovação NA PRÁTICA e é por isso que a empresa está sendo lançado este programa que se intitula “OS QUATRO PILARES DA FERMENTAÇÃO INOVATIVA”.

Confira a explicação minuciosa de como funciona esta inovação na fermentação:

O primeiro pilar foca a LEVEDURA ACELERADA, onde se partindo de um quilo de massa úmida se consegue chegar a 100 toneladas no prazo de 72 horas. Para que isto aconteça foi desenvolvido um método de pesquisa durante 28 anos onde as leveduras campeãs naturais dos processos fermentativos são sempre atualizadas para cada região e tipo de mosto de alimentação.

O segundo pilar da fermentação inovativa trata-se de uma expertise da MICROSERVBIO onde ao se deparar com leveduras estressadas no processo, que são as do tipo RUGOSAS, no laboratório, como se fosse um SPA para leveduras, elas dessestressam e se tornam LISAS, e assim podem entrar na corrida para resultados cada vez melhores e mais rentáveis.

O terceiro pilar trata-se da mais nova descoberta, onde após vários testes em usinas de etanol observou-se que se tendo apenas 10% no processo dessas leveduras ACELERADAS, mesmo o restante 90% estando RUGOSAS, se consegue o mesmo resultado como se estivessem 100% LISAS. Então, segundo Teresa Cristina, O segundo pilar da fermentação inovativa trata-se da INJEÇÃO de leveduras ACELERADAS num “processo velho e rugoso”.

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Fonte: CanaOnline
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