Aiba participa de visita técnica à Angola e fortalece relações entre Brasil e África
16-12-2025

Comitiva brasileira busca ampliar competitividade e sustentabilidade do agronegócio baiano

Por Andréia Vital

A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) integrou uma comitiva oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca (Mapa) em uma visita técnica à República de Angola, realizada entre 7 e 13 de dezembro. O objetivo foi ampliar a competitividade, internacionalizar o agronegócio baiano e consolidar a sustentabilidade do setor agrícola.

A comitiva, composta pelo presidente da Aiba, Moisés Schmidt, membros da diretoria e produtores rurais, representou o agronegócio da Bahia, reconhecido como um dos principais polos de desenvolvimento agrícola sustentável do Brasil. A visita destacou o potencial de cooperação entre os dois países, com foco na expansão de investimentos e na troca de experiências produtivas.

Durante a missão, a Aiba reforçou seu compromisso com a integração produtiva do setor e a consolidação do Programa de Investimento Produtivo Agropecuário Brasil – Angola, iniciativa que visa estreitar laços econômicos e comerciais. O programa foi apresentado aos associados da Aiba em outubro, durante visita do assessor especial do Mapa, Carlos Teti, e formalizou o interesse de produtores rurais em aprofundar estudos sobre a parceria.

Moisés Schmidt, presidente da Aiba, destacou a importância da missão para o fortalecimento das relações bilaterais. "A visita à Angola consolidou a relevância institucional da Aiba e reforçou a confiança no uso sustentável das áreas de Cerrado, que se assemelham às da Savana Africana. O projeto Brasil-Angola é essencial para o agronegócio e para a ampliação das relações econômicas entre os dois países", afirmou.

A comitiva também contou com a participação dos produtores Luiz Pradella, Ivanir Pradella, David Schmidt, Davi Alencar Schmidt, Larissa Lorentz Cardoso e do assessor jurídico da Aiba, Janser Cardoso. A presença da Aiba no evento contribuiu para o fortalecimento das oportunidades de cooperação bilateral e a expansão dos investimentos produtivos, beneficiando tanto o Brasil quanto Angola.