Café arábica volta a cair em Nova York, enquanto açúcar sobe
10-01-2024

Apesar de ter chovidos nas áreas produtoras de café de MG nos últimos dias, os produtores relatam que as precipitações foram irregulares e as lavouras sofrem perdas — Foto: Cafeicultores do Cerrado/Divulgação
Apesar de ter chovidos nas áreas produtoras de café de MG nos últimos dias, os produtores relatam que as precipitações foram irregulares e as lavouras sofrem perdas — Foto: Cafeicultores do Cerrado/Divulgação

Contratos de algodão e cacau começam o dia em alta

Por Fernanda Pressinott — São Paulo

Depois de uma interrupção ontem, o café arábica volta a cair nesta manhã, em Nova York, com os lotes para março, os mais negociados, cotados a US$ 1,8305 a libra-peso, baixa de 0,57%.

Apesar de ter chovidos nas áreas produtoras de Minas Gerais nos últimos dias, os produtores relatam que as precipitações foram irregulares e as lavouras sofrem perdas.

“Os fundamentos permanecem os mesmos: falta de estoques remanescentes, tanto nos países produtores como nos consumidores; seguidos problemas climáticos enfrentados por todos os principais países produtores de café ao redor do mundo, que devem continuar afetando as lavouras de café no decorrer de 2024; consumo em alta, ano após ano, sendo, a partir de agora, estimulado com a chegada do inverno no hemisfério norte, quando o consumo de café cresce sensivelmente”, diz o Escritório Carvalhaes, em nota.

Açúcar

Na ponta positiva, os lotes do açúcar para março sobem 0,61% em Nova York, a 21,80 centavos de dólar por libra-peso.

Apesar das boas expectativas com a atual temporada do Brasil, ainda permanecem preocupações com a Ásia, principalmente na Índia e Tailândia.

"O mercado continua a ver condições estressantes nas áreas de produção asiáticas, mas notou que a Índia mudou a sua política de etanol para ofertarr mais açúcar ao mercado", diz Jack Scoville , do Price Futures Group, em relatório.

Algodão e cacau

Os papéis do algodão para março sobem 0,33% agora, cotados a 81 centavos de dólar por libra-peso, e os de cacau de mesmo vencimento, 0,12%, a US$ 4.162 a tonelada.

Fonte: Globo Rural