Demanda da indústria automobilística é por eliminar o hidratado
11-12-2015
Em novembro, durante o 8º Congresso Nacional de Bioenergia, em Araçatuba, SP, uma mesa com vários especialistas no setor sucroenergético discutiu sobre o futuro do etanol.
Dentre os debatedores estava Luis Roberto Pogetti, presidente do Conselho de Administração da Copersucar. Ao falar sobre o futuro do etanol hidratado no Brasil, ele revelou o grande esforço das montadoras de automóveis junto ao Ministério de Desenvolvimento e ao Palácio do Planalto com o objetivo de acabar com o motor flex, “porque existe um interesse das montadoras de implantar um padrão de motor mundial. E o nosso motor brasileiro [flex] é só utilizado no Brasil. Uma jabuticaba.”
Ele relata que a demanda da indústria automobilística é por eliminar o hidratado, a fim de que se tenha no país um motor com padrão mundial, com anidro na mistura com a gasolina. “É não ter a alternativa do combustível substituto. Ter um padrão mundial de combustível que oxigena a gasolina, [usando] etanol como oxigenante da gasolina e não como concorrente e substituto.”
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