É melhor ter uma usina menor e com gestão eficiente, do que ter uma usina grande ineficiente
23-04-2026
No começo dos anos 2000, com a grande expansão do setor bioenergético, cresceu o conceito de que unidades bioenergéticas que moem menos de 3 milhões de toneladas eram inviáveis. Alguns afirmavam que o ideal era moer acima de 5 milhões.
No entanto, segundo Paulo Soares, diretor-executivo da OPTIVUS Gestão e Reestruturação, o certo é: começar, melhorar e depois crescer. “Se produzo 1,5 milhão, 2 milhões de toneladas de forma eficiente, fazendo o arroz com feijão bem-feito, plantio na janela correta, adubação na época certa, buscando cana num raio baixo, com canaviais em ambientes favoráveis, só devo ampliar a escala de moagem se for manter esse padrão de produção, não podemos aumentar e destruir margem”, ressalta.
O executivo salienta que qualquer ampliação exige custos operacionais e isso precisa ser bem analisado antes da tomada de decisão. “Há casos em que grandes unidades apresentam margem unitária menor e até um resultado total financeiro inferior que usinas menores”, observa Paulo, com mais de 23 anos de atuação no setor bioenergético, trabalhou na Vale do Ivaí, Biosev, Cofco e Grupo Santa Terezinha.
A OPTIVUS tem sede em Ribeirão Preto - SP, conta com profissionais especializados no setor bioenergético e utiliza uma metodologia já praticada com sucesso nas empresas onde a equipe OPTIVUS já atuou. O sistema tem como base a análise ponto a ponto dos processos operacionais, agrícolas, industriais, administrativo, buscando redução de custos e maximização dos resultados. São levantados os itens que pesam mais no custo, o que pode ser reduzido, o que é imprescindível manter, qual o impacto da redução. Enfim, o que cortar, onde cortar e como cortar.
Para saber como a OPTIVUS contribui com a sua empresa, confira: - https://lp.optivusgestao.com.br/optivus
Ou entre em contato com Paulo Soares: ou (19) 98195-7925.

