Manutenção por hectare é chave para ampliar margem nas usinas
A gestão de manutenção e operação pode definir a margem das usinas de cana-de-açúcar. Durante o 27º Seminário de Mecanização e Produção de Cana-de-Açúcar do Grupo IDEA, em Ribeirão Preto - SP, Dario William Sodré, da D2G, destacou que a forma de medir desempenho ainda distorce os resultados no setor.
Segundo ele, avaliar custos por tonelada pode mascarar a eficiência real. “Quando você mede por tonelada, pode estar premiando uma eficiência que não existe. A produtividade agrícola melhora e parece que o custo caiu, mas não caiu. Por isso, a manutenção precisa ser medida por hectare”.
O especialista também chamou atenção para o peso da operação no custo total, que pode chegar a mais de um terço, com forte impacto do diesel e da manutenção. Além disso, a eficiência das colhedoras ainda é limitada, com aproveitamento próximo de 50%, o que indica espaço relevante para ganhos.
Outro ponto crítico é a baixa maturidade da manutenção, ainda concentrada em ações corretivas. Para Sodré, a integração entre operação, manutenção e gestão de ativos, aliada ao uso estratégico de tecnologia e inteligência artificial, é fundamental para reduzir perdas e ampliar resultados.
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