Microgeo atua no sentido de melhorar a estruturação do solo na Usina Caeté
Características do solo onde se encontram os canaviais da Usina Caeté, associadas à mecanização, provocam compactação. A biotecnologia Microgeo atua no sentido de melhorar a estruturação do solo
Segundo Cíntia Lins, RTV da Microgeo, responsável pela condução dos trabalhos em Pernambuco e em parte do estado de Alagoas, a Usina Caeté, localizada no sul de Alagoas, tem boa parte de seu cultivo em áreas de tabuleiros, com solos principalmente das classes de argissolo e latossolo amarelo. Formados a partir de sedimentos muito antigos do grupo Barreiras, que têm como característica a presença de horizontes ou camadas muito adensadas.
Além das características dos solos, 70% da colheita da usina é mecanizada, assim como parte do plantio. “O solo e a mecanização formam uma condição do ponto de vista físico muito desafiadora. Porque os solos terão camadas subsuperficiais adensadas. Associado ao efeito de compactação natural causada pelo maquinário. Gerando uma série de problemas e limitações da cultura, como desenvolvimento do sistema radicular, aquisição de água e de nutrientes e redução de infiltração de água. A biotecnologia Microgeo atua no sentido de melhorar a estruturação do solo. Seu mix tem a capacidade de liberar substâncias que favorecem a agregação do solo e melhoram a porosidade. A longo prazo, resulta um efeito muito interessante na descompactação do solo”, salienta Cíntia.
A Microgeo faz parte do portfólio da Allterra, uma empresa do fundo gerido pelo Patria, que desenvolve soluções para tornar o solo mais eficiente, saudável e produtivo. A Allterra integra ciência, biotecnologia e impacto ambiental positivo para apoiar uma agricultura mais regenerativa. Suas soluções contribuem diretamente para o aumento da biodiversidade do solo, construção do perfil de solo, incremento da matéria orgânica e melhoria dos aspectos nutricionais e de sanidade do ambiente produtivo.
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