Usina Lins evolui manejo e registra aumento na produção
13-12-2024
Na Lins, o preparo de solo precisa estar em linha com o controle de pragas
O controle de pragas da cana-de-açúcar implantado pela Usina Lins é considerado um dos mais eficientes do setor. No entanto, não é apenas no campo entomológico que ela se destaca. Todas as etapas do seu manejo – do preparo de solo à colheita – são motivos de orgulho para a empresa.
Por isso, convidamos Mirella Nogueira Siqueira, Coordenadora de Desenvolvimento Agrícola da unidade, para participar da live: “A evolução do preparo do solo aos tratos culturais da lavoura canavieira” – para conteúdo do livro ‘Cana de Tudo: do Açúcar ao Infinito’. Mirella explicou um pouco sobre o trabalho que realizam.
Localizada no interior do estado de São Paulo, a Usina Lins preza pela excelência desde o início de suas operações, em 10 de março de 2007. Mesmo jovem, a empresa parece estar em constante evolução. Em pouco mais de 15 safras, a unidade passou de uma moagem de 1,2 milhões de toneladas para 4,65 mi/ton. Nesse período, diversificou seu portfólio, incluindo açúcar e etanol anidro em 2013 e levedura, em 2021.
No campo, a evolução dos processos é constante. O preparo de solo, por exemplo, tem sido realizado de uma maneira mais conservacionista, com implantação de rotação de culturas com soja e crotalária e, mais recentemente, com o uso de adubos e fertilizantes organominerais.
Mirella ressaltou que antes de ampliar o uso dessas novas ferramentas, a empresa quer conhecer a fundo seus solos. “O mercado está repleto de tecnologias biológicas. Mas antes de adotá-las, precisamos entender as particularidades de cada uma das nossas áreas, uma vez que elas não são homogêneas e necessitam de cuidados específicos.”
Na Lins, o preparo de solo precisa estar em linha com o controle de pragas, uma vez que as altas infestações de Sphenophorus levis demandam operações como a eliminação mecânica das soqueiras. “Após um susto inicial com a elevada presença e poder de destruição dessa praga, conseguimos reduzir as infestações para menos de 1%.”
Outro inseto que tirou o sono das equipes de campo foi a broca-da-cana (Diatraea saccharalis). Anteriormente, o controle era realizado exclusivamente com produtos biológicos. Com o tempo, os químicos passaram a integrar a estratégia de manejo. “A partir do momento em que combinamos essas duas ferramentas, os índices de infestação caíram, permanecendo abaixo dos 2% nas últimas quatro safras.”
Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) e nematoides completam o ranking de principais pragas da Usina Lins. Mirella contou que a cigarrinha é controlada junto com o Sphenophorus levis na maioria das áreas. Um manejo mais específico é adotado apenas nos canaviais onde não é realizado o corte de soqueira. Já os nematoides são controlados com bionematicidas no plantio e após a colheita.
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